A degradação dos solos e os efeitos do estresse climático são fatores que comprometem fortemente a produtividade agrícola. Para enfrentar esse cenário, os bioestimulantes surgem como alternativas inovadoras, capazes de atuar na fisiologia vegetal e na microbiota do solo, promovendo resiliência e eficiência no uso de recursos.
O controle de pragas e doenças agrícolas representa outro grande desafio, sobretudo pela crescente resistência de microrganismos a pesticidas sintéticos e pela pressão regulatória contra o uso de moléculas tóxicas. Nesse cenário, há um movimento mundial em direção a biopesticidas e biofungicidas naturais, com eficácia comprovada e menor impacto ambiental (Bale et al., 2008)
A agricultura moderna enfrenta um desafio central: a eficiência de aplicação de insumos agrícolas, como defensivos e fertilizantes. Grande parte das perdas ocorre por escorrimento foliar, lavagem pela chuva e evaporação. Estima-se que, em alguns casos, menos de 50% do produto aplicado chega efetivamente ao alvo, o que compromete tanto a produtividade quanto a sustentabilidade econômica e ambiental da lavoura.